Contra a declaração de um dos donos da Padaria Portuguesa pedindo contratos de 60 horas ao Governo [Em Subscrição]

screen-shot-01-28-17-at-11-16-amNuno Carvalho, um dos donos da Padaria Portuguesa declarou que o Governo devia permitir contratos de trabalho de 60 horas semanais.
Dias depois, outro sócio, o “gato fedorento” Quintela publicou: “Não foi com esses pressupostos que entrei no negócio. Quando aceitei fazer a empresa, o objetivo era claro: tornar-me um grande patrão explorador (passe a redundância). Basicamente, ambicionava parasitar empregados”.
Dias Loureiro é o terceiro sócio…
BOICOTE:
Enquanto esta empresa estiver na propriedade destes senhores os subscritores desta mensagem declararam que não serão clientes desta empresa.

(enviada a 06.02.2017)

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Plataforma Online de Transparência Partidária [Enviada]

(Enviada ao “Grupo de Trabalho para o Parlamento Digital” da AR):

“Embora os Partidos Políticos já tenham a sua contabilidade organizada e auditada, na prática a sua consulta pelos cidadãos é difícil e exige uma deslocação ao Tribunal Constitucional.
Os subscritores desta mensagem pedem ao Parlamento que pondere uma iniciativa legislativa que torne obrigatória a criação de uma plataforma online onde sejam tornadas públicas os orçamentos dos partidos, especialmente as daqueles com presença parlamentar, a sua excecução e os orçamentos das suas campanhas eleitorais. Estes dados devem, também estar presentes nos respectivos sites de cada partido político. Os dados financeiros dos partidos, desde as suas estruturas locais de base (secções, concelhias e federações) até às contas agregadas e consolidadas dos partidos devem também estar aqui presentes e permitir uma fácil e rápida navegação.
Esta “Plataforma Online de Transparência Partidária”dos orçamentos partidários deve também incluir os orçamentos dos movimentos de cidadãos autárquicos”

Subscrevem:
Rui Martins
Fernando M. Couto
Cátia Mendes
José Candoso
Evelyn Houard
Cristina Carmona-Franz
Margarida Braz Pinto Coimbra
Ricardo Jardim

Plataforma Digital “O Meu Deputado” na Assembleia da República [Enviada]

(Enviada ao “Grupo de Trabalho para o Parlamento Digital” da AR):

Criar uma plataforma digital de interacção entre os cidadãos e os deputados eleitos para a Assembleia da República com os seguintes conteúdos e interacções:

1. Explicar as funções dos parlamentares de um modo simples e acessível
2. Os inscritos na plataforma poderiam interagir diretamente com os deputados que aderirem, podendo enviar-lhes questões, propostas e responderem a sondagens sobre o seu desempenho político

O inscrito na plataforma escolhe um ou mais deputados eleitos pelo seu círculo e “Segue-os”
Após de estar a seguir os deputados passa a poder acompanhar as votações dos deputados e participar nas mesmas
Pode propor leis e dar opiniões sobre leis em elaboração ou votação
Pode propor e influenciar discursos
Pode apresentar e acompanhar perguntas ao Governo realizadas por esses deputados
Pode propor homenagens a concretizar pelos “seus” deputados numa intervenção parlamentar
Pode opinar sobre o OGE e sua execução
Pode acompanhar e interagir em todas as ações do mandato

Cada parlamentar pode expor as propostas de lei e comissões onde está a trabalhar, os seus discursos, requerimentos, audiências públicas e homenagens. A cada item, o inscrito pode votar, criticar ou elogiar, com botões simples de + e –

Os utilizadores podem criar comunidades de dois tipos: geográficas ou temáticas, debater, propor e votar ideias aqui apresentadas. Uma vez votadas podem ser enviadas (como sugestões) aos Deputados.

3. Os deputados registados no site podem pedir votações ou sondagens aos inscritos e responderem em função do resultado das mesmas. De igual forma, os cidadãos inscritos podem fazer a mesma atividade.

Subscrevem:

Rui Martins
Evelyn Houard
Carlos Batista
Maria Neves
Cristina Carmona-Franz
Leonor Debrito
Fernando M Couto
João J. Martins
José Manuel Teixeira Azevedo
Vasco Ribeiro
João Rodrigues
Luís Pereira Dos Reis
Mira de Lacerda
Manuel Góis
Nelson Loureiro
Paulo Barroso
Pedro Caetano
Vítor de Almeida
Luís Pereira dos Reis
Orlando Branquinho

Petições 2.0 [Enviada]

(Enviada ao “Grupo de Trabalho para o Parlamento Digital” da AR):

Os subscritores desta mensagem propõem à Assembleia da República (AR) e aos seus grupos parlamentares que o Parlamento desenvolva o atual mecanismo das “petições públicas” criando um modelo “2.0” de petições em que:
1. A AR terá no seu próprio site um sistema de criação, manutenção e recolha de subscrições de petições online.
2. Este sistema aceitará subscrições de cidadãos que se registem no site da AR podendo, para tal, serem usadas como formas de autenticação o cartão de cidadão (com leitor) ou as senhas da AT. Este sistema de autenticação poderá ser assim também utilizado para (via formulário, para obstar ao envio de spam) comunicar diretamente com os deputados. Linguagem ofensiva e potencialmente difamatória será remetida para a PGR por forma a garantir assim a eficiência desta forma de comunicação com os deputados e não permitir que ninguém, entre os deputados, possa alegar tal razão para não ler mensagens de cidadãos.
3. As petições no site AR, com este sistema de autenticação, garantirão assim a unicidade das subscrições devolvendo ao sistema a credibilidade que a sua banalização recente lhe deu. Paralelamente, os deputados poderão desenvolver formas de aumentar a sua eficácia e o produto final, garantindo margens mais baixas de subscritores e introduzindo as “ILCs” e até, a prazo, referendos nesta forma de comunicação Cidadã com o Parlamento.

Subscrevem:
Rui Martins
Fernando M Couto
Cátia Mendes
Abilio Lima Freitas
António Luís Lopes
José Branco
Vitor Martins
Victor Serra
Mira de Lacerda
Amigo chegadoAmigos
Paulo Jorge Costa Ferreira
Renato Epifânio
Augusto Pimenta
Fernanda Rocha